Agora vai ter poesia.
"Quantas vezes a gente, em busca de aventura,
Procede tal e qual o avozinho infeliz:
Em vão, por toda parte, os óculos procura,
Tendo-os na ponta do nariz!"
Mario Quintana
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Dizem que o incauto que se arrisca a ver Paris, é acometido de uma doença incurável que vai perseguí-lo por toda vida e que só tem períodos de remissão quando o infeliz volta a vê-la novamente. É a pura verdade.Porque fui a Paris? Estou irremediavelmente contaminada. O que tem aquela cidade?
Cheguei em uma manhã ensolarada do mês de abril após 12 horas de viagem em um vôo da classe econômica da TAM.(Aqui enquanto escrevo, vou dar algumas dicas para quem como eu pretende passar pela experiência inesquecível de conhecer Paris).
O vôo da TAM não é confortável, mas quem já fez alguma viagem em ônibus interestadual que dure mais de 10 horas vai tirar de letra. Um conselho, leve um travesseiro confortável e se puder tome algo para relaxar ou dormir que faz um efeito muito bom, pois você não vai querer chegar em Paris um bagaço e passar o dia no hotel. O avião disponibiliza mantas, meias, protetor para ouvidos e olhos, além da opção de filmes individuais. O atendimento é muito bom. Agora, nunca, eu disse NUNCA cubra-se com a manta vermelha, pois senão você chegará parecendo o papai Noel, use a manta cinza ou a verde. Tente não ficar na poltrona junto ao banheiro, a porta não para.
Viajar a Paris sozinho ou acompanhado? Tanto faz. Você vai amar do mesmo jeito. Se for sozinho, aproveite o aspecto cosmopolita da cidade e converse, se entrose, e logo você não estará tão sozinho, se for acompanhado por amigos, vai ser uma festa. Se for com alguém especial aí vai ser tudo de bom. Paris foi feita para se apaixonar. Em todo canto vemos casais apaixonados, de mãos dadas,se abraçando e se beijando, de todas as cores e idades. Fazer sexo em Paris tem um gosto diferente.
Paguei translado do aeroporto ao hotel e não me arrependo. Para um marinheiro de primeira viagem é uma ótima opção. Mas tenha paciência. Chegar em Paris não é fácil. Há muitos engarrafamentos. Mas afinal de contas você não está com nenhum compromisso a cumprir e está prestes a chegar em uma das cidades mais fantásticas do mundo, então relaxe e aproveite.
Hotel Teen Montparnasse.Foi o hotel que me hospedei. Prédio antigo, ótima localização. Fica quase de frente para a estação de metrô Montparnasse. O quarto é pequeno mas se presta muito bem para hospedar um casal. O banheiro é minúsculo, mas é limpo. A acústica do prédio é complicada, a gente houve tudo dos outros quartos, mas aí você aproveita aqueles protetores mágicos de ouvido que lhe deram no avião e usa na hora de dormir é tiro e queda.
Fizemos todo o roteiro antes de sair do Brasil. Paris é uma cidade para se andar a pé. Não existe essa de rodar por Paris em ônibus envidraçados tirando fotos da janela. Não peguei nenhum táxi. Só andamos a pé, de ônibus e de metrô.
Francês é chato? É. Mas como alguém me disse, a boa vontade é a linguagem universal. Eles são mal-humorados, mas se você chegar com educação,dando bom-dia, pedindo por favor, as portas se abrem. Talvez por termos evitado os lugares pega-turistas e termos procurado freqüentar os lugares que os parisienses freqüentam a experiência tenha sido tão gratificante.
Falo quase nada de francês, um inglês meia-boca e um espanhol razoável. Com essa mistura louca me tornei “tré desenrrolé” e consegui me virar muito bem, pedir informações, fazer amigos, dar risadas e desfrutar o melhor que Paris tem a oferecer.
Dicas para economizar: compre o passe de metrô para turistas, tem de dois, cinco ou mais dias. O de cinco dias custa 28 euros e dá direito a andar de metrô e ônibus quantas vezes quiser nesse período, além de dar descontos em algumas visitações. Não tente usar o mesmo passe para duas pessoas. Ele é pessoal e intransferível. Nos cafés e restaurantes peça “a verre d’eau ou carrafe d’eau”, é água da torneira, de graça,que os próprios parisienses tomam. Não precisa pedir água mineral. Coma baguete. É barato e vale por uma refeição, tem vários recheios e são deliciosos. Deixe os restaurantes para uma das refeições do dia, almoço ou jantar.
No mais, au revoir!
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6:58 PM
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Sexta-feira, Julho 02, 2010 <
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Mais conjecturas do dia 21 de junho.
Bem, muita coisa tem acontecido na minha vida ultimamente. Me sinto mudando intensamente. Coisa de fadinha não é mesmo? Mas o pior é que o negócio tá acontecendo mesmo. Umas coisas estranhas. Buscando umas perguntas para questionamentos que não fazia antes. Enxergando nuances que não via.
Há muito não me aproximo da família de meu pai. Eles não gostam de mim e eu não gosto deles. Meu pai tem uma relação doentia de intrigas e reconciliações com sua família, e há muitos anos me recuso a participar de qualquer coisa que os envolva.
Mas minha tia está muito velhinha,91 anos. Continua lúcida e sempre pergunta porque não vou a casa dela quando visito meu pai. Então desta vez resolvi ir. Afinal não há mais espaço para estas coisas quando se trata de uma pessoa que está com 91 anos. Fui na casa dela, conversei e depois fui almoçar na casa de uma prima minha que é a única com quem tenho uma relação saudável nesta família. Mas como ando enxergando as coisas de uma maneira estranha me vi de repente conversando com pessoas que não via a muito tempo. Deixei a superficialidade e escutei. Ouvi histórias, problemas familiares e vi o esforço dessa prima em manter essa família unida para aproveitar os bons momentos. Foi válido, muito válido.
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6:50 PM
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Escrito em 21 de junho
Não há nada mais propício para sentar e escrever posts para um velho blog entregue às traças do que horas entediantes no check-in de um aeroporto,mais precisamente quatro horas de espera.Não que eu seja uma pessoa extremamente pontual,mas não havia outro jeito.Minha amiga me deu um bolo, a carona não podia ficar rodando comigo até a hora do vôo. O check-in só abria às 17 horas, e eu não podia ficar rodando por Recife de táxi, com uma mala enorme.
Então aqui estou eu, solitária, entediada, procurando comprar uma baby look em alguma loja do aeroporto, mas os preços estão proibitivos, então me aquietei e me concentrei nas contas que tenho a pagar. Já basta os brincos que estou usando feito de escamas de peixe e capim dourado colhido lá no Jalapão,completamente cool. Não foram caros, mas encontrei uma bijou semelhante aqui no aeroporto custando cerca de 100 vezes mais, então direi que foi comprado aqui.
Para combinar com o meu brinco fabricado por artesãos, uma bolsa de algodão cru, sem tingimento, totalmente ecológica. Com essa onda de desenvolvimento sustentável e tudo mais, ando com peso na consciência até de rasgar papel, e depois de ver pulseiras feitas de pets e molduras e porta-jóias feitos com peças de sucatas, o peso na consciência é maior ainda.
Se vou a um banheiro, apago a luz antes de sair. Só tenho uma luz amarela no meu quarto, é a luz do abajur porque no abajur só luz amarela mesmo. O clima fica muito mais intimista.
O óleo consumido guardo em garrafas e dou para uma amiga minha que fabrica sabão caseiro. Mas não foi para falar de desenvolvimento sustentável que me sentei aqui. Aliás, as idéias fugiram.
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6:47 PM
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ontem, ao entardecer fui a uma cafeteria que costumo frequentar. gosto muito de ir lá no final da tarde tomar um café e uma sopinha. como janto muito cedo, normalmente às 18 horas, ocasionalmente estou batendo ponto lá, especialmente quando estou só. sento nas mesinhas e fico observando as pessoas. já escrevi praticamente um livro de crônicas que não saiu da minha cabeça.
mas ontem eu estava lá, sentada, tomando o meu café, e observando um grupo sentado a minha frente.
uma moça em torno dos seus 30 anos, a filhinha e a babá.
a moça bronzeada, cabelo escovado, pele bem cuidada, roupinha da moda.
a menina em torno dos seus sete anos, bochechas rosadas, cabelo de cachinhos, uma gracinha.
e a babá. vou chamá-la de maria. bem, maria sentada lá, devia ter em torno de 20 anos, gordinha, cabelo descuidado, havia feito um alisamento mas faltava a escova, unhas descascadas, camisa preta desbotada, uma aliança na mão direita.
comecei a observar maria.
pacientemente maria dava pequenos pedaços de torta na boca da menina, enquanto sua bela mamãe comia e conversava.
o que se passava na cabeça de maria? o olhar de tédio era visível.
se maria emagrecesse ficaria bonitinha. se não comesse tanta farinha maria...
se maria escovasse os cabelos ou fizesse um penteado afro melhor ainda. mas, cadê dinheiro para isso maria?
se usasse roupas da moda... sapato alto...
e essa aliança no dedo? tem alguém te esperando não é maria?
a patroa se levantou e foi dar uma voltinha com a menina, afinal maria também tem de comer.
e maria começou a comer sua torta e tomar seu refrigerante. alheia a tudo, cabeça longe.
volta a patroa e imediatamente como um robozinho, maria interrompe seu lanche e volta a dar generosas garfadas de torta para a menina.
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6:51 PM
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Terça-feira, Janeiro 12, 2010 <
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em uma lojinha no meio do nada encontro o cd original radiola do skank. meu Deus, eu sou simplesmente apaixonada por esse cd. resultado, estou ouvindo até furar.
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6:36 PM
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Saber Viver (Cora Coralina)
Não sei... Se a vida é curta
Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura...
Enquanto durar.
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9:19 PM
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Domingo, Dezembro 13, 2009 <
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o ano passado não armaram a grande árvore da cidade das araras com cajus. houve um acidente e morreram quatro operários, e o símbolo de alegria se transformou em símbolo de tragédia. mas passado um ano, voltaram a armar a árvore, e ontem foi a inauguração. subi no andar de cima da minha casa junto com meu filho e ficamos observando a queima de fogos. o evento anual de acender a árvore leva as famílias para a orla e ficam centenas de pessoas olhando os fogos ao anoitecer, é um evento lindo. a gente se sente morno por dentro.
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8:46 PM
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retrospectiva 2009
o que posso escrever sobre 2009? foi um ano bom? um ano ruim?
maria entrou lá no consultório e falou:
- doutora, às vezes me dá uma desilusão da vida!
- que é isso mulher, olhe a sua volta!
- é mesmo doutora, quando passo lá no corredor do HU e vejo aquele pessoal nas macas, me dá uma pena! e alguns ainda sorriem para mim. não tenho esse direito não!
então me pergunto? foi bom?
foi.
passei no doutorado. fui palestrante de um congresso internacional. venci uma depressão terrível. meu pai venceu um câncer. e no final aprendi.
aprendi a amar mais, a tolerar mais, a escutar mais e reclamar menos. e que o Grande Amigo que é nosso Deus permita que 2010 seja tão bom quanto 2009.
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8:39 PM
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postar em um blog parece que se tornou algo jurrássico. estava vendo agora a página do blogger, as últimas atualizações são de 2008.o que aconteceu? houve uma época em que ser blogueiro era tudo de bom. havia uma rede enorme de pessoas postando, gente querendo aparecer,gente espionando, gente tirando onda, mas no final era uma atividade frenética, muito legal. mas acabou, não se posta mais com regularidade,a vida rápida e exigente não permite mais devaneios em páginas virtuais, tem de ser frases curtas e arrebanhar milhares de seguidores. será que daqui a pouco vou trocar meu velho blog pelo twitter? ainda acho que não. andei lendo uns posts muito antigos, e mais uma vez desisti de deletar meu blog.
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8:29 PM
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tenho uma dificuldade enorme de perdoar. ao longo da nossa vida, magoamos e somos magoados por quem gostamos, mas não consigo separar as coisas, e continuo com essa dificuldade crônica de perdoar. acho que uma pessoa que consegue minha afeição corre um grande risco, porque se por acaso ela me magoar ou sacanear será banida da minha vida. é assim que eu faço. muito radical, muito triste, muito sofrido. há pessoas que fizeram parte da minha vida, de quem gostei muito, e que hoje estão completamente banidas. deveria ser tão radical? mas o que fazer com a ojeriza que adquiro? em uma dessas situações, tentei perdoar, em parte consegui, mas o sofrimento ainda é grande. porque tanto rancor?
na realidade esse preambulo todo é para dizer que amanhã talvez eu tenha de banir mais uma pessoa, mas dessa vez, apesar da ojeriza estar começando a se instalar, começo a pensar nos motivos através dos quais a situação aconteceu e como devo me comportar. estarei evoluindo?
como o meu amigo a quem reporto todas as minhas pequenas mágoas reclamou que alugo muito seu ouvido, acho que passarei um tempo escrevendo mais no blog para desabafar.
posted by valeriana @
10:17 PM
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Sexta-feira, Maio 08, 2009 <
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"Depois de um tempo você aprende
a sutil diferença entre segurar uma mão e acorrentar uma alma
e você aprende que amar não significa apoiar-se
e companhia não quer sempre dizer segurança
e você começa a aprender que beijos não são contratos
e presentes não são promessas
e você começa a aceitar suas derrotas com sua cabeça erguida e seus olhos adiante
com a graça de mulher, não a tristeza de uma ciança
e você aprende a construir todas as estradas hoje
porque o terreno de amanhã é
demasiado incerto para planos
e futuros têm o hábito de cair
no meio do vôo
Depois de um tempo você aprende
que até mesmo a luz do sol queima
se você a tiver demais
então você planta seu próprio jardim e enfeita sua própria alma
ao invés de esperar que alguém lhe traga flores
E você aprende que você realmente pode resistir
você realmente é forte
você realmente tem valor
e você aprende
e você aprende
com cada adeus, você aprende."
Veronica Shoffstall
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8:11 PM
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Terça-feira, Fevereiro 10, 2009 <
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vai ter novidade por aí, se vou postar, sei não.
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8:01 PM
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carnaval 2008.
quase às vésperas do carnaval 2009, resolvo falar sobre o carnaval 2008. houve uma experiência inusitada, inclusive deve ter sido postada por milhares de blogueiros que participaram daquele momento único. saiu no youtube e tudo mais.
estava eu, em olinda, lá no "maison bonfim", depois de comer um jantarzinho reforçado e com a cabeça cheia de vinho, quando passa o "eu acho é pouco", que já tinha sido dispersado, arrastando uma multidão
e se dirigindo para a ladeira da misericórdia. não pensei duas vezes, fui atrás. era noite fechada, a cidade iluminada, atemporal, aquela multidão enlouquecida, e o dragão subindo a ladeira com a banda e tudo mais. pensei, é agora, vou infartar. comida no bucho, vinho no quengo e subindo a ladeira da misericórdia atrás de um bloco é mistura fatal. mas subimos. delírio total. as pessoas pareciam hipnotizadas. era tudo muito mágico, ver olinda lá de cima, em pleno carnaval, à noite, cheia de luz, aquele frevo endiabrado ecoando nos ouvidos e o coração prestes a explodir. eu acho é pouco, é bom demais. 2009 o que vai rolar? sei não. não faço planos, só vivo o presente.
posted by valeriana @
7:44 PM
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alguém tem entrado nesse blog toda semana. informo caro leitor solitário que não sou mais uma blogueira com muitas entradas, mas de vez em quando apareço com postagens, então se apreciar meus humildes escritos continue entrando que de vez em quando eu darei o ar da graça.
posted by valeriana @
7:25 PM
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passei o ano de 2008 tentando contar alguns fatos, mas sempre acontecia alguma coisa e não postava. às vezes o post se delineava totalmente na minha mente e eu não escrevia. queria contar sobre o carnaval, sobre o são joão, sobre novos amigos, sobre as férias, sobre uma viagem maravilhosa, mas nada aconteceu, não consegui, não produzi.
posted by valeriana @
7:18 PM
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